Also known as Roman Catholic Church in Argentina
part of the worldwide Roman Catholic Church
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A Igreja Católica na Argentina é parte da Igreja Católica universal, em comunhão com a liderança espiritual do Papa, em Roma, e da Santa Sé. O catolicismo é a a religião que o Estado argentino apoia, ainda que a liberdade religiosa seja respeitada. O Código Civil e Comercial determina que a Igreja Católica é uma entidade legal pública governada pelas suas próprias estruturas legais. Outras instituições religiosas têm de se registrar no Registro Nacional de Crenças, enquanto que a isenta a Igreja dessa obrigação. As estatísticas variam conforme a fonte, e, segundo dados de julho de 2014 do CIA World Factbook, 92% da população do país é nominalmente católica, mas menos de 20% praticam sua fé regularmente; outros dados, como do censo realizado em 2019, afirmam que a porcentagem de adeptos do catolicismo é de 62,9%, e que aqueles que frequentam a missa uma ou mais vezes por semana é de 12,9%. Em números absolutos, a estimativa é de que haja 34 milhões de fiéis batizados, aproximadamente 76,5% da população. O anterior arcebispo de Buenos Aires foi Jorge Mario Bergoglio, que desde 13 de março de 2013 é o Papa Francisco, o primeiro papa latino-americano. Nos últimos anos, a Argentina tem assistido a um crescimento de outras crenças religiosas, especialmente protestantes e de pessoas sem religião, além do aparecimento de grupos laicistas e fundamentalistas que se opõem à influência e moral católicas. Entre as ações destes grupos, há pedidos de remoção de símbolos religiosos de repartições públicas, instituições de ensino e de saúde com base no argumento de separação entre Igreja e Estado. Observa-se também o aumento dos atos de vandalismo contra igrejas e imagens católicas. A Igreja Católica não foi a única que registrou aumento da intolerância, mas também a Delegação das Associações Judaicas Argentinas tem relatado grande aumento de queixas de antissemitismo. Atualmente, a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre classifica que as perspectivas para o direito de liberdade religiosa no futuro são negativas no país, especialmente após os efeitos da pandemia de COVID-19.
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