Karen Ann Quinlan (Scranton, 25 de março de 1954 - Morris Plains, 11 de junho de 1985) foi uma mulher estadunidense que se tornou figura importante na história da medicina dos Estados Unidos, devido à controvérsia relacionada ao direito de morrer. Aos 21 anos, Karen ficou inconsciente depois de ingerir diazepam com álcool, enquanto estava em uma dieta radical e entrou em coma, seguido de um persistente estado vegetativo. Os médicos receberam um pedido da família de desligarem o respirador mecânico de Karen, pois seus pais acreditavam que se tratava de meios extraordinários de prolongar sua vida. Os pais de Karen, Joseph e Julia Quinlan, então entraram na justiça pelo direito de desligar o respirador quando a justiça proibiu os médicos de realizarem o procedimento. O caso de Karen continua a levantar importantes questões teológicas e bioéticas a respeito da eutanásia, direitos civis e custódia legal. Ele afetou a prática da medicina e do direito no mundo todo. Um desenrolar de seu caso foi o desenvolvimento de um comitê formal de ética em hospitais, enfermarias e asilos.
Abstract from DBpedia / Wikipedia · CC BY-SA
Discovered by embedding cosine similarity (sentence-transformers MiniLM, 384-dim).
via MusicBrainz · CC0
5 total works indexed
· 2010 · cited 27,020x
· 2020 · cited 15,393x
· 2013 · cited 14,033x
· 2022 · cited 13,151x
· 2009 · cited 12,410x
via Crossref · CC0
via Wikidata · CC0
via Wikidata sitelinks · CC0